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CREDO – Confissão de Fé

 


Aprovado pelo Concílio Doutrinário
Setembro de 2015

 


Presidente: Pr. Evandro de Lima Carneiro
Secretário: Pb. Newton Takashi Yagami
Relator: Ev. Edson Hanna Machado
E membros

 


[1. Do verdadeiro Deus, 2. Das escrituras, 3. Da queda do homem, 4. Do meio da salvação, 5. Da justificação, 6. Da graça da regeneração, 7. Do arrependimento e da fé, 8. Da santificação, 9. Da igreja evangélica, 10. Do governo civil, 11. Mundo vindouro e Volta de Cristo, 12. Dos dons espirituais, 13. Do batismo no Espirito Santo, 14. Do batismo, 15. Da ceia do Senhor, 16. Libertação, 17. Casamento e família, 18. Dízimos e ofertas, 19. Livre arbítrio (Salvação para todos), 20. Hierarquia eclesiástica.]

1. DO VERDADEIRO DEUS

 

     Cremos que há um e somente um Deus vivo e verdadeiro, Espírito infinito e inteligente, Criador e Senhor Supremo dos céus e da terra, indizivelmente glorioso em santidade e digno de toda honra, confiança e amor; que na Unidade Divina há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais em todas as perfeições divinas e que executam ofícios distintos, mas harmônicos na grande obra da Redenção.


    O PAI, cuja face é tão gloriosa que o homem mortal não pode contemplá-la e ainda viver, mas, cujo coração foi tão transbordante de amor e piedade pelos seus filhos perdidos e vítimas do pecado que Ele voluntariamente, deu Seu Filho unigênito, para redimi-los e reconciliá-los Consigo mesmo. (Jo. 3.16)


    O FILHO, um só com o Pai, concebido pelo Espírito Santo e nascido da mulher, assumiu a forma de homem, suportou nossos pecados e levou nossas tristezas e, pelo derramamento de Seu precioso sangue sobre a cruz do Calvário, adquiriu a redenção para todos os que nEle crerem. Ressuscitou no terceiro dia, ascendeu aos céus e está à direita do Pai intercedendo por aqueles por quem entregou a Sua vida. (Rm. 8.34)

   

    O ESPÍRITO SANTO, o Espírito do Senhor, que derramado sobre a Igreja no advento do Pentecostes, convence o homem do pecado, da justiça e do juízo, fluindo na vida de todos aqueles que aceitam a Jesus Cristo como único e suficiente salvador, fortalecendo nossas decisões, ajudando-nos a anular nossa natureza pecaminosa e resgatando de nosso ser a imagem e semelhança de Deus. (Jo. 16.8)


(Êx 15.11; Sl 83.18; 147.5; Is 6.3; Jr 10.10; Mt 28.19; Mc 12.30; Jo 4.24; 5.17; 14.23; 15.26; 17.5,10; At 5.3-4; Rm 1.20; 1Co 2.10-11; 12.4-6; 2Co 13.13; Ef 2.18; Fp 2.5-6; Hb 3.4; 1Pe 1.15-16; Ap 1.4-5; 4.6-8,11)

2. DAS ESCRITURAS

 

    Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados; que é um tesouro perfeito de instrução celestial, tendo Deus por seu verdadeiro autor; que tem por objetivo a salvação dos homens; que o seu conteúdo é a verdade, que revela os princípios pelos quais Deus nos julgará e por isso é, e continuará sendo, até ao fim do mundo, o verdadeiro centro da união cristã e padrão supremo pelo qual toda a conduta, credos e opiniões dos homens devem ser julgados.

 

(2Sm 23.2; SI 119.59-60,111; Pv 30.5-6; Is 8.20; Lc 10.10-16; 16.29-31; Jo 5.38-39; 10.35; 12.47-48; At 1.16; 3.21; 11.14; 17.11; Rm 1.16; 2.12; 3.1-4; 1CO 1.18-19; 2Tm 3.15-17; 1Pe 1.10-12; 4.11; 2Pe 1.21; Jd 3)

 

3. DA QUEDA DO HOMEM

 

    Cremos que o homem foi criado em santidade, sob a lei do seu Criador, mas caiu desse estado santo e feliz, por transgressão voluntária, em consequência da qual toda a humanidade tornou-se pecadora, não por constrangimento, mas por livre escolha, sendo por natureza destituída completamente daquela santidade que a lei de Deus requer, e positivamente inclinada à prática do mal, estando, sem defesa nem escusa, condenada com justiça à ruína eterna.

(Gn 1.27-31; 2.16; 3.6-24; 6.12; Sl 51.5; Ec 7.29; Is 53.6; Ez 18.20; Jo 3.6; At 17.26; Rm 1.18,32; 2.1-16; 3.9-20; 5.15-19; 8.7; Gl 3.10,19,22)

 

4. DO MEIO DA SALVAÇÃO

 

    Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente pela graça e mediação de Jesus Cristo Filho de Deus, o qual, segundo desígnio do Pai, assumiu livremente nossa natureza, mas sem pecado, honrou a lei divina pela sua obediência pessoal, e por sua morte realizou completa expiação dos nossos pecados; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado nos céus e que, unindo em sua maravilhosa pessoa a mais terna simpatia com a perfeição divina, está completamente capacitado para ser o Salvador adequado, compassivo e todo-suficiente dos homens.

 

(Sl 34.22; Is 53.4-5; Mt 18.11; 20.28; Jo 1.1-14; 3.16; At 15.11; Rm 3.21-26; 1Co 15.1-3; 2Co 5.21; Gl 4.4-5; Ef 2.5,8-9; Fp 2.6-8; Cl 2.9; 3.1-4; Hb 1.3,8; 2.9-14,18; 4.14; 7.25-26; 8.1; 9.13-15; 12.24; 1Jo 2.2-5; 4.10)

 

5. DA JUSTIFICAÇÃO

 

    Cremos que a grande bênção do evangelho, que Cristo assegura aos que Nele creem, é a Justificação; que esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça; que é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito. Mas exclusivamente pela fé no sangue do Redentor que, em virtude dessa fé, a perfeita justiça de Cristo é livremente imputada por Deus; que ela nos leva ao estado da mais abençoada paz e favor com Deus e nos assegura todas as outras bênçãos necessárias para o tempo e a eternidade.

 

(Is 53.11-12; Zc 13.1; At 10.43; 13.39; Rm 3.21-31; 4.4-5; 5.1-3,9,11,17,19-21; 6.23; 8.1; 1Co 1.30-31; Fp 3.8-9; Tt 3.5-6; 1Jo 2.12)

 

6. DA GRAÇA DA REGENERAÇÃO

 

    Cremos que os pecadores para serem salvos precisam ser regenerados, isto é, nascer de novo; que a regeneração consiste na outorga de uma santa disposição à mente, e que isso se efetua pelo poder do Espírito Santo de um modo que transcende a nossa compreensão, em conexidade com a verdade divina, de maneira a assegurar-nos nossa obediência voluntária ao evangelho; que a evidência da regeneração transparece nos frutos santos do arrependimento e da fé e em novidade de vida.

 

(Dt 30.6; Ez 36.26; Jo 1.13; 3.3,6,8; 7.1; Rm 2.28-29; 5.5; 8.9; 1Co.2.14; 2Co 5.17; Gl 5.16-23; Ef 2.14-21; 4.20-24; Fp 2.13; Cl 3.9-11;Tg 1.16-18; 1Pe 1.20-25 ; 1Jo 4.7; 5.1,4)

 

7. DO ARREPENDIMENTO E DA FÉ

 

     Cremos que o arrependimento e a fé são graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito regenerador de Deus; que, sendo por essas graças convencidos profundamente de nossa culpa, perigo e incapacidade, bem como do caminho da salvação por Cristo, voltamo-nos para Deus com sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia.

(IICr 7.14; SI 51; Mt.4.17; Mc 1.15; Lc 15.18-21; 18.13; At 2.37-38; 11.18; 20.21; Rm 10.9-13; 2Co 7.10-11; Ef 2.8; Tg 4.7-10)

 

8. DA SANTIFICAÇÃO

 

     Cremos que a Santificação é o processo pelo qual, de acordo com a vontade de Deus, somos feitos participantes de sua santidade; que é uma obra progressiva que se inicia na regeneração; que é continuada nos corações dos crentes pela presença do Espírito Santo, o Confirmador e Confortador, no uso contínuo dos meios indicados, especialmente a palavra de Deus, o exame próprio, a renúncia, a vigilância e a oração.
A Santidade é o próprio resgate interior da imagem de Deus em nós, marca com a qual fomos criados, sendo expressas através de um caráter que demonstre o amor, a alegria, a paz, a bondade, a benignidade, fidelidade, a longanimidade, a mansidão e o domínio próprio, virtudes que demonstram o fruto, o resultado da presença do Espírito Santo de Deus no homem.


(Pv 4.18; Lc 9.23; 11.35; Jo 3.6; Rm 8.5; 2Co 7.1; 13.5,9; Ef 1.4; 4.15; Fp 1.9-11; 2.12-13; 1Ts 4.3; 5.23; Hb 6.1; 1Pe 2.2; 2Pe 1.5-8; 3.18)

 

9. DA IGREJA EVANGÉLICA

 

     Cremos que uma igreja visível de Cristo é uma congregação de crentes batizados, que se associam por um pacto na fé e comunhão do evangelho; que observam as ordenanças de Cristo e são governados por Suas leis; que usam os dons e privilégios a eles concedidos pela palavra.
Que é o corpo de Cristo (Rm. 12.4-5) sobre a terra e que tem a responsabilidade de observar Suas ordenanças, levando a mensagem do Evangelho a todos, sem distinção ou impedimento de qualquer espécie, não sendo um órgão de julgamento, mas de bênçãos expressas em amor a todo aquele que ouvir e aceitar a mensagem de Deus. Cristo, como a cabeça do corpo (Cl. 1.17-20), constituiu a Igreja como representante do Seu ministério e é quem a conduz, primeiro em adoração verdadeira em espírito, depois como o organismo militante que a todo tempo, em todo lugar, e a qualquer custo, declare a mensagem de vitória da cruz e permita que cada homem ou mulher sobre a terra tenha a oportunidade de conhecê-Lo e aceitá-Lo, pela ação inspiradora do Espírito Santo. Todo cristão deve ter o direito de pertencer a uma Igreja e exercer a comunhão e unidade no Espírito, tendo na congregação de crentes um lugar para cultuar à Deus, aprender Sua Palavra, relacionar-se com seus irmãos em Cristo e trabalhar na obra da Grande Comissão estabelecida por Ele (Mc. 16.15).


(Mt 18.15-20; 28.20; Jo 14.15; 15.11; At 2.41-42,47; 5.11; 11.21; 14.23; Rm 16.17-20; 1Co 1.1-13; 4.17; 5.5,12-13; 11.2,23 ; 14.12,23; 2Co. 8.1-5; Gl 6.2; Ef 4.7; Fp 1.1,27; 1Ts 4.2; 2Ts 3.6; 1Jo 4.21; 2Jo 6; 3Jo 9)

 

10. DO GOVERNO CIVIL

 

     Cremos que o governo civil é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações, bem como devem ser conscientemente honrados e obedecidos, exceto, exclusivamente, nas coisas que se opõem à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o único Senhor da consciência e o Príncipe dos reis da terra.

(2Sm 23.3; SI 2.10; Dn 3.15-18; 6.7-10; Mt 10.28; 22.15-22; At 4.18-20; 5.29; Rm 13.1-7; 1Tm 2.1-3; Ap 19.16)

 

11. MUNDO VINDOURO E VOLTA DE CRISTO

 

     Cremos que se aproxima o fim do mundo; que no último dia, Cristo descerá para recompensa final; que ocorrerá então uma solene separação; que os ímpios serão entregues à punição sem fim e os justos à bem-aventurança para sempre; e que esse julgamento, baseado nos princípios da justiça, determinará o estado final dos homens no céu ou no inferno.
Cremos que o céu é a habitação gloriosa do Deus vivo; e que, para lá foi o Senhor Jesus, e os crentes fiéis, que lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro e venceram pela palavra do testemunho, serão levados, pelo Senhor Jesus Cristo, sem manchas ou tristezas; e que, lá, em alegria contemplarão, para sempre, Sua face maravilhosa, num reino eterno onde não há trevas, nem tristeza, nem lágrimas, nem dor, nem morte (Ap. 21.4), mas hostes de anjos que servem, cantam os louvores do nosso Rei e, reverenciando perante o Trono, proclamam: “Santo, Santo, Santo”.
Cremos que o inferno é um lugar de trevas e da mais profunda tristeza, preparado para o Diabo e seus anjos (Mt. 25.41), onde haverá choro, pranto e ranger de dentes, lugar de amargura por parte daqueles que rejeitaram a misericórdia, o amor e a ternura do Salvador crucificado, escolhendo a morte em vez da vida. Que serão lançado junto com Satanás dentro de um lago que queima com fogo e enxofre, junto com os descrentes, os abomináveis, os criminosos, os feiticeiros, os idólatras, os mentirosos (Ap. 22.15; I Co. 6.9-10), e os que rejeitaram e desprezaram o amor e sacrifício do nosso Redentor Jesus Cristo (Ap. 20. 10-15), apesar de toda instância e advertência do Espírito Santo.


(Dn 12.2; Mt 13.37-43; 24.30; 25.31; 28.20; Mc 9.43-48; Lc 14.14; Jo 4.36; 5.28-29; 6.40; 11.25-26; At 1.11; 3.21; 10.42; 17.31; 24.15; Rm 2.2-16; 3.5; 1Co 4.5; 6.9-10; 7.29-31; 15.12,58; 2Co 4.18; 5.10-11; Fp 3.19; 1Ts 4.13-17; 5.1-11; 2Ts 1.6-12; Hb 1.10-12; 9.28; 1Pe 4.7; 2Pe 2.9; 3.3-13; 1Jo 2.17,28; 4.17; Ap 1.7; 20.11-12)

 

12. DOS DONS ESPIRITUAIS

 

     Cremos na contemporaneidade dos Dons Espirituais como instrumento da edificação pessoal e da igreja, distribuído pelo Espirito Santo para sua edificação, conforme a sua soberana vontade. Devemos exercitar os Dons com ordem e disciplina, no amor e temor do Senhor, buscando a edificação, consolação e exortação dos membros do corpo de Cristo.

 

(1Co 12.1-11; 1Co 14. 1-40; Rm 12.3-8)

 

13. DO BATISMO NO ESPIRITO SANTO

 

     Cremos no Batismo com Espirito Santo como uma experiência que acontece junto com a conversão, no momento que cremos em Cristo de fato e de verdade e não, como uma segunda experiência que devemos busca-la após a conversão sendo confirmado com o falar em línguas. Cremos que todo cristão que foi regenerado e entregou-se a Cristo já é batizado no Espirito Santo.

(Mt. 3.11; At. 2.1-4; 1Co. 12.13; Ef 1.13-14)


14. DO BATISMO


     Cremos no batismo como sacramento neotestamentário, uma só vez em água a uma mesma pessoa, instituído por Jesus Cristo em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, como forma solene de admissão na igreja visível, como também de sinal de regeneração e consagração a Deus com o proposito de andar em novidade de vida. Todos aqueles que se arrependeram de seus pecados e creram em Jesus como Senhor e Salvador devem ser batizados. Em consequência eles declaram para o mundo que está morto com Cristo e estão ressuscitando com Ele para viver em novidade de vida.


(MT 28.19; Mc. 16.16; At. 10.47-48; Cl 2.11-12)


15. DA CEIA DO SENHOR


     Cremos na ceia do Senhor como sacramento que é celebrado pela igreja como lembrança da morte expiatória e vicária de Cristo. Tomamos o pão como símbolo do corpo de Cristo e o cálice como símbolo do seu sangue derramado para remissão dos nossos pecados e damos graças, sem, contudo alterar sua substancia – o pão continua sendo pão e o vinho continua sendo vinho. Rejeitamos a doutrina da transubstanciação por ser contraria aos ensinamentos bíblicos. Temos na celebração da ceia um memorial ao sacrifício vicário de Cristo em nosso favor e uma oportunidade de selar a nossa comunhão com os membros do seu corpo- que é a igreja.

 

( Mt. 26. 26-30; 1Co. 11.23-26)

 

16. LIBERTAÇÃO

 

     Cremos na libertação: existência de demônios e satanás e suas atuações gerando possessão, opressão e muitos males, porém temos autoridade que nos foi dada por Jesus para que em seu nome possamos repreender, expulsar e libertarmos os seres humanos.

 

(Mt 10:8; Mc 16:17; Lc 8:2; Lc 10:17-19; Ef 4:27; Tg 4:7; I Pe 5:8)

 

17. CASAMENTO E FAMÍLIA


     Cremos que a família é constituição divina, planejada por Deus para o homem, para ser a base da sociedade (Gn. 2.23-24), devendo esta ser a própria representação da perfeita harmonia da Trindade na terra. O homem tem por estatuto divino amar à sua esposa e esta respeitar ao seu marido de forma a terem um só sentimento, um só pensamento, um só coração, sendo uma só carne, e tendo em seu relacionamento o exemplo de como a comunhão traz a presença de Deus até o lar para abençoá-lo e guardá-lo para Si (Ef. 5.22-31). Como herança desta unidade, os filhos, dados por Deus, serão gerados e crescerão recebendo toda essa transferência de vida verdadeira do casal, amando a Deus sobre todas as coisas e amando um ao outro como se fosse o outro parte de si mesmo. Esta aliança foi estabelecida por Deus para o relacionamento santo entre um homem e uma mulher, e deve ser desejada, aceita e honrada para que as famílias possam constituir uma igreja, uma sociedade e uma nação segundo a vontade declarada por Deus a nós (Cl. 3.18-21).

(Gn 2:24; Ex 20:12; Pv 6:20; Pv 17:6; Ml 2:15-16; Mc 10:6-9; Ef 5:33; 1Pe 3.1-7)

 

18. DÍZIMOS E OFERTAS


     Cremos que tudo o que temos veio do Senhor e pertence a Ele. Pois temos total dependência de Suas bênçãos para receber uma vida abundante em tudo o que necessitamos, quer seja de natureza física, mental ou espiritual. A forma de expressarmos essa consciência é realizada na entrega dos dízimos e ofertas voluntaria à obra de Deus. Entendendo que isto atenderá às necessidades da Igreja para manter o seu Ministério, promover a propagação do evangelho e assistir aos santos em suas necessidades (Ml. 3.10). As ofertas voluntárias são uma ordenação do Senhor como parte do plano de Deus para atender às necessidades materiais da igreja e satisfazer a espiritualidade do seu povo (II Co. 9.6-9). Sendo co-herdeiros com Ele, semeando no seu reino com todo amor e generosidade, na consciência de que sendo mais abençoado dar do que receber.

 

(Gn 14:20; Pv 3:9-10; Pv 11:24; Mc 12:44; Lc 11:42; II Co 9:7; Hb 7:2-4)

 

19. LIVRE ARBÍTRIO (SALVAÇÃO PARA TODOS)

 

     Cremos que o sacrifício de Jesus foi a favor de toda a humanidade. Todo ser humano pode ser alcançado pela graça salvadora através do poder do evangelho e pelo convencimento do Espírito Santo, para transformá-lo em uma nova criatura, despertá-lo para viver em santidade e responsabilidade.

 

(Mt 16:24; Jo 3:16; I Tm 2:4-6; II Pe 3:9; I Jo 2:2)

 

20. HIERARQUIA ECLESIÁSTICA

     Cremos nos ministérios conforme trilha Efésios 4:11 e também reconhecemos o presbitério e diaconato que deverão com humildade servirem a obra do Senhor e serem honrados pela igreja.

 

(At 15:2; I Co 12:28; Ef 4:11; Fp 1:1; Tt 1:5)